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Prédios seculares da
Arquitetura Renascentista

Durante a renascença dois tipos de construção secular destacaram-se na Itália: o palazzo ou palácio, e a villa. Os palácios, nos inícios do renascimento, constituíam uma edificação intermediária entre a fortaleza e a casa senhorial. Sua estrutura particular era uma consequência das contínuas lutas políticas que se desencadeavam nas cidades: não raro, os membros de um partido atacavam o palácio de um rival. Por isso, os palácios constituíam verdadeiros blocos de pedra maciça.

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Palácio Farnese, Roma

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Palácio de Sisto V, Roma

O pátio renascentista conferia ao interior do palácio o aspecto elegante e sóbrio que falta ao exterior da construção. Pela beleza do pátio interno, pode-se aquilatar a vida luxuosa que levavam os principes e ricos mercadores do Renascimento.

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Pátio interno do Palácio Gondi (Florença)

Em muitas cidades italianas era comum que esses palácios fossem também estabelecimentos comerciais. Os grandes mercadores e suas famílias habitavam o primeiro andar do edifício, enquanto que o térreo era ocupado por lojas e armazéns.

A villa nada mais era senão uma adaptação da velha domus romana. Com sua loggia (galeria) e seus amplos terraços, situa-se no centro de um imenso jardim. O mais característico exemplo dessa construção é a Villa Capra, em Veneza, obra do arquiteto Palladio.

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Villa Aldobrandini
Lácio, Itália
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Fonte no jardim da Villa Aldobrandini
Lácio, Itália